Fã nível: O fone cai do ouvido, não paro de cantar e quando coloco no ouvido de novo, a música está na parte que eu to cantando.
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. […] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.
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| — | Clarisse Lispector - (via m-elancolizar) |
É clichê, eu sei, mas ninguém quer viver sozinho. Todo mundo quer momentos de solidão dentro de uma vida a dois. Que o outro respeite o tempo, a condição, o espaço, mas que esteja junto e segure a mão…
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| — | Clarissa Corrêa (via a-m-ar) |
É isso. Só queria ser amada. Só isso. Precisa casar comigo não, precisa me engravidar não. Basta me olhar assim, basta morrer de rir comigo. Basta me ler, me decifrar, ser intenso nesse minuto!
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| — | Tati Bernardi. (via amargura-me) |